Macrorregião Centro-Sul permanece na Onda Verde

A Macrorregião Centro-Sul permanecerá na Onda Verde do plano Minas Consciente pela segunda semana seguida. Nos últimos 14 dias, a taxa de incidência da Covid caiu 10% em todo o estado.

As macrorregiões Centro – que engloba a Grande BH -, Sul e Noroeste poderão avançar para Onda Verde do plano criado para a retomada segura e gradual das atividades e economia. Com isso, nove das 14 macros estão classificadas na onda verde. São elas: Centro, Centro-Sul, Jequitinhonha, Noroeste, Norte, Oeste, Sudeste, Sul e Vale do Aço. 

A nova deliberação foi anunciada nesta quinta-feira (5/8) pelo Comitê Extraordinário Covid-19, grupo de trabalho e acompanhamento da pandemia no Governo do Estado. Indicadores como ocupação de leitos e positividade para o coronavírus melhoraram nessas localidades nos últimos 21 dias.

Na Onda Amarela, a partir de sábado (7/8), entra a Nordeste, que se junta às macros Leste, Leste do Sul e Triângulo do Norte. Já a Triângulo do Sul é a única macrorregião que segue em situação crítica e, por isso, deve permanecer na Onda Vermelha, devido a fatores como alta demanda por leitos.

Internações em queda

No cenário apresentado com a situação de momento da pandemia em Minas, o Comitê Extraordinário Covid-19 divulgou dados referentes às internações no estado. Nas últimas quatro semanas, os pedidos tiveram queda média de 30%. Em todas as idades, menos pessoas deram entrada nas unidades de saúde e hospitais por causa da doença.

Para o secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccheretti, isso é reflexo da vacinação que tem avançado em Minas Gerais. “Julho foi o mês em que Minas recebeu mais vacinas. Isso gera impacto direto sobre a população. Mais gente vacinada, menos internações e menos mortes. Ultrapassamos a marca de 10 milhões de primeiras doses aplicadas no estado recentemente, e a imunização deve continuar avançando em agosto”, destaca.

O secretário ressalta, ainda, a orientação para que todos os mineiros tomem a vacina na sua vez. “Todas as vacinas são eficazes. Não acreditem em fake news. Àquele que não foi tomar a segunda dose e que ainda escolhe vacina, peço que não faça isso – e que todos busquem vacinação rápida”, alerta.

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