18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

O Instituto Cultural Profetas em Arte (Profarte), de Congonhas foi contemplado, no final de 2019, no programa “Valorizar” da mineradora Vale, com o espetáculo teatral infantil“Não Me Toca Seu Boboca”. A peça trata, de forma lúdica, do delicado assunto da violência sexual na infância.

O tema, que tem o dia 18 de maio, como marca da luta contra tais abusos, este ano ganha destaque, não só por conta da campanha anual, mas também devido aoconfinamento já que, segundo o Instituto Cultural Aletria, os casos de violência aumentaram nesse período, justamente porque as crianças estão ficando sozinhas com os abusadores.

A circulação do projeto, que será encenado com toda experiência e irreverência pelos atores do Grupo de Teatro Boca de Cena nas escolas municipais de Congonhas iniciaria este semestre, mas devido a interrupção do calendário escolarcomo prevenção a disseminação do coronavírus, está programada para acontecer nos meses de outubro e novembro deste ano.  As datas serão divulgadas oficialmente quando as instituições escolares retornarem as atividades.

O espetáculo

“Ritoca tem uma história para contar, meio difícil de entender, muito difícil de falar”. Tratar do tema abuso sexual infantil não é tarefa fácil! O assunto causa desconforto, mas merece atenção, já que a cada hora, três crianças são vítimas desse tipo de violência.

O espetáculo, baseado no livro homônimo da escritora Andrea Taubman, conta com direção de Wenceslau Coimbra e atuação de Alzira Peixoto, Carla Cruz, Emanuel Coimbra, Heitor Vieira, Lucineia Coimbra, Nayara Coimbra e Regina Bahia.

18 de Maio

O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi instituído pela Lei Federal 9.970/00. Uma conquista que marca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no país. Este dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Uma menina de apenas 8 anos teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

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