Segmento esportivo de Lafaiete pede socorro e teme por colapso da atividade

Representantes do segmento esportivo de Conselheiro Lafaiete se reuniram para uma foto em solidariedade às mortes que estão acontecendo no país por conta da pandemia da Covid-19.  O setor esportivo já está parado há 94 dias.

As atividades físicas, responsáveis pela saúde física, mental e social das pessoas estão passando por uma séria crise já que está enquadrada na onda roxa do plano “Minas Consciente”, ou seja, a ultima classificação, e continua sem previsão de data para voltar ao funcionamento. Os empresários do ramo esportivo como escolinhas de futebol franqueadas e academias temem uma demissão em massa em breve, caso continuem fechados por um período grande ainda. Com as receitas zeradas, porém com muitos custos ainda ativos, como aluguel, impostos, água, luz, temem a situação ficará insustentável em breve.

Como divulgado constantemente por órgãos nacionais e internacionais de saúde, as pessoas que mais sofrem com a Covid-19 são indivíduos que possuem doenças causadas pelo sedentarismo e má alimentação, como hipertensos, diabéticos do tipo II, cardiopatas etc. “Nós do setor esportivo, acreditamos que o nosso funcionamento contribui diretamente para preservação da saúde física e mental da sociedade e prevenção contra todas as doenças crônicas, bem como contra o agravamento da Covid-19. Se tomarmos as precauções necessárias e já estabelecidas faremos um bem para toda a comunidade lafaietense”, explica Breno Bontempo, responsável pela franquia da Escola Flamengo em Conselheiro Lafaiete.

Em conversa com o site Lafaiete Agora, Breno Bontempo afirmou que a Escola Flamengo possui 14 funcionários e quatro núcleos em Conselheiro Lafaiete que estão fechados seguindo as orientações das autoridades de saúde.

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