A indústria mundial sempre considerou o Brasil um mercado promissor para o iGaming. Isso se transformou em realidade neste ano de 2025, com o lançamento de uma legislação específica ao setor. Sendo assim, o país já figura na quinta colocação entre os maiores mercados de apostas do mundo!

O CEO da Cactus Gaming, Thiago Garrides acredita que três motivos podem justificar esse acelerado crescimento:
- A paixão dos brasileiros por esportes,
- A regulamentação da indústria nacional,
- A digitalização rápida.
Em outras palavras, Garrides pondera que quando o Brasil apresentou normas e passou a combater os sites irregulares, acabou atraindo ainda mais investidores, estimulou a formalização das empresas e gerou confiança no público maior de idade.
“Hoje, o Brasil já movimenta cerca de R$ 22 bilhões por mês em apostas online, um volume comparável a grandes setores da economia. É um mercado jovem, mas que amadureceu rápido, gerando empregos, arrecadação e inovação tecnológica”, declara.
Além disso, as empresas que formam o mercado brasileiro de iGaming também estão se tornando referências internacionais com foco em inovação, acordos estratégicos e personalização de produtos e serviços.
“Vemos cada vez mais marcas brasileiras exportando know-how e inovação — o que é ótimo para a imagem do país. A tendência é de crescimento sustentável, com operadores mais profissionais e consumidores mais conscientes”, cita Thiago Garrides.
Números do iGaming brasileiro
O CEO da Cactus Gaming – empresa líder no desenvolvimento de soluções iGaming – ressalta que 12% dos adultos brasileiros apostam de maneira ativa. Desse montante, as mulheres já respondem por 30%.
Ele também traz um dado relevante sobre o hábito de aposta do brasileiro: o baixo valor mensal destinado a essa atividade, que é destinada unicamente para maiores de idade e deve ser encarada como uma recreação.
Por isso, jogue com responsabilidade e apenas valores que não comprometam o seu padrão de vida. “A maior parte tem entre 18 e 39 anos, é altamente conectada e faz apostas de baixo valor — cerca de R$ 50 por mês em média”, conclui.



















