O ex-promotor de Congonhas, Marco Antônio Borges foi nomeado desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A vaga foi aberta ao Ministério Público pelo sistema do quinto constitucional, conforme prevê a Constituição Federal, depois que o desembargador Alexandre Victor de Carvalho se aposentou, no mês de abril.

A escolha foi realizada a partir de uma lista tríplice votada pela Corte para preencher a vaga destinada ao Ministério Público estadual (MPMG), conforme determina o dispositivo do Quinto Constitucional. A chegada ao tribunal dá sequência a uma carreira iniciada no Ministério Público em junho de 1997.
Entre as atuações na trajetória institucional constam o trabalho como Promotor de Justiça na comarca de Congonhas, entre os anos de 1998 e 2001. No município, o profissional recebeu o título de Cidadão Honorário de Congonhas, concedido formalmente pela Câmara Municipal pelos serviços prestados no período.
Dentre os marcos de sua atuação na comarca de Congonhas, registra-se a instauração, em 2001, do primeiro inquérito civil que se tem notícia destinado a apurar a degradação ambiental na Serra Casa de Pedra, área de relevância ecológica e minerária na região. Ao longo de quase três décadas de atividade na área jurídica em Minas Gerais, Marco Antônio Borges acumulou atuação em comarcas como Conselheiro Lafaiete, Coronel Fabriciano e Belo Horizonte.
O magistrado também exerceu o posto de subcorregedor-geral do Ministério Público de Minas Gerais e havia sido promovido ao cargo de procurador de Justiça pelo critério de merecimento. Com a nova nomeação, o jurista passa a ocupar a vaga decorrente da aposentadoria do desembargador Alexandre Victor de Carvalho na corte do estado.
Colaborou Domingos T Costa















