Período de seca concentra mais de 75% dos incêndios às margens da BR-040 e reforça alerta para prevenção

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Um levantamento recente realizado pela Pluxee, empresa global especializada em benefícios e engajamento de colaboradores, revelou que o vale-refeição cobriu, em média, 13 dias úteis por mês em Minas Gerais durante o primeiro semestre de 2026. Para lidar com a limitação do benefício, muitos trabalhadores continuam adaptando seus hábitos de consumo.

Foto: EPR Via Mineira

O gasto médio por transação chegou a R$ 35,29, fazendo com que o desembolso mensal médio saltasse de 51% no primeiro semestre de 2025, para 53,2% em 2026, o que representa um aumento de 2,3 pontos percentuais. Além disso, o levantamento aponta diferenças nos hábitos de utilização do benefício. No ambiente digital, as compras online registraram tíquete médio de R$ 52,85, enquanto nas transações presenciais, o valor atingiu R$ 34,04. A diferença entre os canais evidencia como os trabalhadores adaptam seus hábitos de consumo para otimizar o uso do benefício, buscando alternativas que estejam alinhadas às suas necessidades e ao orçamento disponível.

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“Mais do que um apoio financeiro, o vale-refeição representa uma demonstração concreta de cuidado e valorização por parte das empresas. Em um cenário de pressão sobre o poder de compra, acompanhar a efetividade do benefício é fundamental para garantir que ele continue cumprindo seu papel de apoiar a alimentação e o bem-estar dos colaboradores”, afirma Antônio Alberto Aguiar (Tombé), Diretor Executivo de Estabelecimentos da Pluxee.

Duração do vale-refeição no Brasil

Quando analisado o cenário nacional, o levantamento mostra que o vale-refeição passou a cobrir, em média, 9 dias úteis por mês em 2026, uma redução de 4,4% em comparação aos 10 dias registrados no mesmo período do ano anterior. O dado demonstra a pressão crescente sobre o poder de compra dos trabalhadores brasileiros e reforça um cenário de perda de efetividade do benefício: a necessidade média de complemento passou de 93,2% em 2025 para mais de 100% em 2026, mostrando que, atualmente, o valor recebido em vale-refeição não é suficiente para cobrir os gastos com alimentação ao longo do mês sem recursos adicionais do trabalhador.

“Os dados acendem um sinal de alerta inegável para a segurança alimentar do trabalhador brasileiro. O principal ponto de atenção que os números indicam é a discrepância entre a inflação e o reajuste do benefício, pois enquanto o IPCA da alimentação fora do domicílio foi de 6,22%, o valor facial do vale-refeição subiu apenas 1,5%. Esse cenário está reduzindo o poder de compra em um ritmo acelerado e ampliando a necessidade de complemento por parte dos trabalhadores, que hoje precisam desembolsar, em média, R$ 589,00 a mais do que recebem em vale-refeição para cobrir seus gastos”, conclui o executivo.

Sobre a Pluxee  

A Pluxee é uma empresa global, presente em 28 países, especializada em benefícios e engajamento de colaboradores. A companhia apoia empresas na atração, no engajamento e na retenção de talentos por meio de um amplo portfólio de soluções nas áreas de alimentação, bem-estar, qualidade de vida, reconhecimento, incentivos e programas de benefícios públicos. Impulsionada por tecnologia de ponta e por uma equipe de mais de 5.600 colaboradores ao redor do mundo, a Pluxee atua como parceira estratégica em um ecossistema B2B2C altamente conectado, que reúne mais de 500 mil empresas clientes, mais de 37 milhões de consumidores e mais de 1,7 milhão de estabelecimentos parceiros. Com quase 50 anos de experiência, a Pluxee está comprometida em gerar impacto positivo nas comunidades onde atua, promovendo o bem-estar no ambiente de trabalho e contribuindo para um futuro mais sustentável.  

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