O Museu do Escravo situado em Belo Vale é uma instituição única no país. Foi criado em Congonhas nas dependências da Basílica do Senhor Bom Jesus pelo padre Dr. José Luciano Jacques Penido, natural de Belo Vale. Em 1975, o Museu foi oficializado como municipal, através do Decreto nº 504, de 09 de maio de 1975, onde em 1977, foi transferido para a fazenda da Boa Esperança na cidade de Belo Vale, fazenda esta, construída no último quartel do século XVIII em 1790, e que pertenceu a Romualdo José Monteiro de Barros, o “Barão do Paraopeba”.

Em 13 de maio de 1988, em comemoração ao centenário da abolição da escravatura brasileira, o museu foi transferido para o centro da cidade de Belo Vale, onde foi inaugurado em suas atuais dependências, um prédio em estilo colonial projetado por Ivan PavleBoujanic. O Museu do Escravo é composto por seis salas em seu pavimento superior, onde é possível contemplar peças e utensílios ligados a “Casa Grande” que eram de uso e posse dos senhores da época.

No pavimento inferior, observa-se um grande pátio e ao centro a estátua de um escravo sendo açoitado no pelourinho. Ladeando a esse pátio se observa senzalas que no seu interior resguardam peças ligadas ao período da escravidão, trata-se de peças de trabalho e castigos que eram aplicados contra os escravos e demais artefatos ligados aos índios (primeiros escravizados do país) e quilombolas. No total, Museu conserva mais de quatro mil peças que traduzem o período da escravidão vivido em nosso país ao longo de 358 anos.

Horário de Funcionamento:
Segunda-Feira: Fechado para manutenção.
Terça a sexta-feira: 07h às 16h.
Sábados, Domingos e Feriados: 09h às 17h.
Taxa de visitação: R$ 5,00 (por pessoa). Crianças com idade de até 5 anos e 11 meses e pessoas acima de 60 anos, são isentos da taxa de visitação.
Agenda de Excursão
As excursões com o número de pessoas superior a 15 pessoas, devem agendar sua visita de segunda a sexta-feira de 07h às 16h, através do Nº (31) 3734-1649, falar com José Felipe e Vivian



















