Criança de 9 anos morre em Lafaiete após ingerir bebida servida pela mãe

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A Polícia Civil investiga uma ocorrência chocante que mobilizou o bairro Santo Agostinho, em Conselheiro Lafaiete. Na madrugada desta terça-feira (3/3), um garoto de apenas 9 anos faleceu após consumir uma bebida servida pela própria mãe. A mulher, de 50 anos, e sua filha de 14 anos também ingeriram o líquido e permanecem hospitalizadas.

O alerta foi dado pela filha mais velha da suspeita que acionou a Polícia Militar ao perceber que a mãe e o irmão caçula apresentavam sintomas graves de mal-estar. O Samu chegou a ser enviado ao local e realizou manobras de ressuscitação na criança, mas, infelizmente, o óbito foi confirmado ainda na residência.

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A mãe recebeu voz de prisão em flagrante por homicídio. Devido ao estado de saúde, ela e a adolescente foram encaminhadas para uma unidade hospitalar. O estado de saúde atual de ambas não foi divulgado até o momento.

A perícia técnica da Polícia Civil já realizou os primeiros levantamentos no imóvel. Foram coletados materiais e vestígios da bebida para análise laboratorial, com o objetivo de identificar qual substância causou a intoxicação e a morte do menino.

Um detalhe crucial para o inquérito é a apreensão de cartas encontradas na casa, que podem revelar a motivação por trás do crime. Segundo a Polícia Civil, foram realizados os primeiros levantamentos no local pela perícia oficial, com a coleta de materiais e vestígios que serão submetidos a exames laboratoriais.

As cartas encontradas na residência, bem como amostras de alimentos e demais elementos de interesse investigativo, foram arrecadados e encaminhados para análise técnica. Paralelamente, estão sendo realizadas oitivas de testemunhas e demais pessoas que possam contribuir para o esclarecimento do caso.

A Polícia Civil também aguarda a conclusão dos laudos periciais e do exame necroscópico, que subsidiarão a definição precisa das circunstâncias e eventuais responsabilidades criminais. A autoridade policial responsável já está lavrando Auto de Prisão em Flagrante Delito (APFD) em desfavor da investigada.

As investigações seguem em curso e outras informações poderão ser divulgadas oportunamente, conforme o avanço dos trabalhos, resguardando-se o sigilo necessário à elucidação dos fatos.

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