Museu de Congonhas conquista Selo Evento Seguro e prepara retomada consciente das atividades presenciais

Com a pandemia, desde o ano passado, o Museu de Congonhas precisou redirecionar todas as suas atividades culturais e educativas para o ambiente virtual. Atualmente, com a melhora do quadro epidemiológico local e a entrada da cidade na Onda Amarela do plano Minas Consciente, a instituição está se preparando para a retomada gradual dos eventos.

Uma das principais iniciativas foi a conquista do Selo Evento Seguro, criado pelo Governo de Minas para reconhecer atividades culturais, turísticas e de eventos que estão atuando em concordância com os protocolos de saúde e segurança definidos pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo e a OMS. Em Congonhas, o Museu é a primeira instituição a conquistar o Selo.

Lana Duarte, diretora-presidente da FUMCULT, explica que a instituição vem estudando formas para retomada das atividades presenciais de maneira segura. “Criamos um protocolo próprio que tem nos auxiliado nas atividades internas e estamos trabalhando seguindo as orientações do Instituto Brasileiro dos Museus (IBRAM). A nossa intenção é continuar cumprindo o nosso papel de levar arte e cultura para a população, apoiar os artistas locais e impulsionar o turismo da nossa cidade, mas tudo de forma muito consciente. A conquista do Selo, neste momento, atesta o nosso esforço nesse sentido”, relata.

Mesmo diante deste novo cenário o Museu de Congonhas continuará com o projeto #MCoEmCasa com a produção de conteúdos históricos, educativos e informativos nas suas plataformas virtuais, além da realização de eventos online, trabalhando assim de forma híbrida, adaptada aos novos tempos.

“Estamos muito empolgados com os novos desafios. Convidamos toda a população de Congonhas para ficarem atentos às novidades da nossa programação pelas nossas redes sociais e o site institucional. Já adianto que em breve o Museu de Congonhas também estará acessível pelo Google Arts, plataforma que reúne os principais equipamentos culturais do mundo. Vem muita coisa boa por aí!”, reforça Lourdes Maria, coordenadora dos museus de Congonhas.